sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A estrada e a janela

Da janela do meu quarto não consigo ver as estrelas no horizonte.
As cores atravessam a vidraça invadindo minhas retinas, as árvores balançam inexoravelmente ao sabor do vento, mas a brisa não me alcança.
Empino meus pensamentos como pipas...
Daqui vejo uma estrada que irá me levar até o lugar onde você estiver.
Mas, sem lentes, a vejo desfocada...
Apenas borrões em sete cores e uma linha sinuosa me oferecendo o infinito de um desejo insistente.

10 comentários:

Mariana disse...

Eu pegaria a estrada e ia.

Antes ver borrões em sete cores do que viver a vida em preto e branco.

Nem sei se meu comentário esta de acordo com seu objetivo neste texto, mas (in)felizmente tiro a "foto" com meus olhos.

beijos

*Cris* disse...

É impressão minha ou tem um oceano imenso de tristeza dentro desse post?

kami disse...

Olá!!!!

Eu adorei o seu post, apesar de achar de uma tristeza imensa, apesar de sutil,mais se não pode vê-la focada, fecha os olhos e enxerga com o coração, com certeza não vai errar o caminho!

Bjussssssss

Giane disse...

Oi, Marcelo.

O seu canto está todo azul.
Um pouco triste, talvez.
Mas continua apaixonado.
E inspirado.
Muito inspirado.

Beijos mil!!!

Ludmila Prado disse...

quanto tempo.

deixe que o leve, não importa o que, deixe que o leve.

beijos

BANDEIRAS disse...

Senti uma pontinha de tristeza.
É verdade amigo ?

Bjocas

Marcelo Martins disse...

É verdade, amiga...

Sophie Rennée disse...

Eu te convido para conhecer a história da amante-apaixonada de Bill Stein Husenbar.
beijos

Quase Trinta disse...

A distância da pessoa que amamos por diversos motivo nos deixam assim... vendo tudo sombrio.
Enxergamos só borrões devido as lágrimas....

Maria Flor disse...

tristeza é vê-la somente tão longe...
com retina desfocada...

saudade...


beijocas,

flor.